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Presidente do Observatório de Direitos Humanos pediu iniciativa da comunidade internacional para evitar mais mortes na Síria
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Mais de 15 mil pessoas, em sua maioria civis, morreram na Síria desde o início da rebelião contra o regime de Bashar al-Assad, em março do ano passado, anunciou nesta quinta-feira o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
Pelo menos 10.480 civis, 3.716 soldados e 830 desertores morreram na repressão e nos combates. O OSDH considera civis os homens armados que lutam contra o regime.
"Se a comunidade internacional permanecer em silêncio e se limitar a observar a situação, sangue continuará sendo derramado na Síria", disse Rami Abdel Rahman, presidente do OSDH. "A violência aumentou nos últimos dois meses e a situação está piorando", advertiu.
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