quinta-feira, 10 de maio de 2012


Título da Copa do Brasil seria suficiente para a temporada, avalia Odone

Grêmio se classificou ao vencer o Fortaleza por 2 a 0 no Olímpico

Léo Gago comemora o gol marcado contra o Fortaleza <br /><b>Crédito: </b> Fabiano do Amaral
Léo Gago comemora o gol marcado contra o Fortaleza

O presidente do Grêmio, Paulo Odone, destacou as dificuldades da Copa do Brasil, após uma vitória com baixa qualidade técnica sobre o Fortaleza, por 2 a 0. Ele salientou que os jogos brigados são característica da competição e ainda enfatizou que ganhar o torneio seria suficiente para considerar a temporada 2012 um sucesso. “Se encerrar esse ano com esse título, é chave de ouro, vou para casa vibrando”, frisou o dirigente.

Odone aproveitou para lembrar do espírito da primeira competição do tipo vencida pelo Tricolor Gaúcho, exatamente no seu primeiro mandato, em 1988. “Copa do Brasil é mata-mata, tem que estar com este espírito de copa. Continuar firme. O Grêmio é o único time com 100% na competição”, salientou Odone sobre as boas chances de vencer.

Quanto à má atuação no primeiro tempo, o presidente preferiu avaliar como natural de um time que possuía a vantagem pelo regulamento e jogava em casa. “O Grêmio começou um pouco morno , mas fez o escore quando tinha que fazer”, analisou.

Mudança na fotografia e reforços

Odone também salientou as mudanças que uma equipe sofre ao longo do campeonato para levantar o troféu da Copa do Brasil. “Geralmente, o time que bota a faixa não é o que começa”, ponderou. “Tem um ou outro jogador que sai por lesão. Portanto, todos têm que estar espertos pois terão a oportunidade de aparecer. Cada partida, tem que entrar e morrer”, relatou.

O dirigente gremista comentou o trabalho para reforçar a equipe tanto na Copa do Brasil quanto para o segundo semestre que vai gerar um “problema bom” para o técnico. “Estamos por exemplo na porta de entrada com um novo número 10”, disse Odone, mencionando a contratação de Zé Roberto. “Tem que resolver o meio-campo, que tem densidade com Fernando, Souza e Léo Gago, e o Vanderlei Luxemburgo vai ter que achar um lugar para todos.” 

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